VOLVER

VIVER O NOVO E MUDAR

 

Queria dizer um pouco de minha experiência.

Eu, no que tenho experimentado estar vivendo em um lugar distante do meu, sinto como se tivesse mudado, mas sem deixar de ser o que sempre fui.  Aliás, o que eu era (e não sou mais) está cada vez mais forte dentro de mim, ocupando um lugar diferente mas, sempre lá, dentro de mim. O que mudou em mim, principalmente, foi meu olhar. Hoje, eu olho o mesmo e não consigo mais vê-lo somente. Eu tenho a impressão que adquiri a capacidade de ver um pouco além ou mais ao redor. Sei lá... Não importa. Só sinto que estou muito mais vulnerável ao meu olhar e isso me causa um grande bem estar.

Vou transcrever um trechinho de um livro que todos deveriam ler, cuja referência é PIRANDELLO, Luigi. Um, nenhum e cem mil. São Paulo: Cosac & Naify, 2001. Em determinado do livro, o autor diz:

 

(p.93) "Sempre nos parece que os outros estão enganados, que uma dada forma ou um dado ato não é exatamente isto ou não é assim. Mas, inevitavelmente, pouco depois, se nos deslocamos um pouco de nossa posição, nos damos conta de que nós também nos enganamos, de que não é isto e não é assim. De modo que, ao final, somos constrangidos a reconhecer que não será nunca nem isto nem assim, de nenhum modo estável ou seguro, mas ora de um modo, ora de outro, e todos a um certo ponto nos parecerão equivocados, ou todos corretos, o que dá no mesmo, porque uma realidade não foi feita e não é, devemos fazê-la nós mesmos, se quisermos ser; e jamais será una para todos, una para sempre, mas infinita e continuamente mutável. A capacidade de nos iludirmos de que a realidade de hoje é a única verdadeira, se de um lado nos ampara, de outro nos precipita num vazio sem fim, porque a realidade de hoje está fadada a se revelar a ilusão de amanhã. E a vida não se ajusta. Não se pode ajustar. Se amanhã se ajustar, estará acabada".

 

É isso...

 

Barcelona, 31 de agosto de 2006

Giovana



Escrito por Giovana Paiva às 17h33
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DESCULPAS

ESTOU NA FASE FINAL DE MINHA ESTADIA POR AQUI E OS COMPROMISSOS ESTÃO TOMANDO TODO O MEU PENSAMENTO. NÃO TENHO CONSEGUIDO TEMPO E NEM TRANQUILIDADE PARA ME DEDICAR, COM PRAZER, A OUTROS AFAZERES.

PEÇO DESCULPAS E ESPERO, EM BREVE, PODER VOLTAR A ESCREVER NESSE ESPAÇO. AINDA TENHO MUITO A CONTAR E QUEM SABE... O TEMPO RESOLVA POR MIM. ATÉ BREVE.



Escrito por Giovana Paiva às 07h47
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EGITO

AS PIRÂMIDES DO EGITO

Para mim, essa ainda é uma imagem dos livros de história que estudei no colégio. Ainda não consegui assimilá-la como tendo sido uma realidade diante de mim. Consegui, no entanto, captar na fotografia a minha insignificância diante da Pirâmide de Keops. Foi exatamente isso o que senti: o quão sou insignificante.

  

Queria fotografar os detalhes: a perfeição do ângulo de 45 graus e as dimensões de cada pedra. Como eles conseguiram transportar e colocar pedra sobre pedra? É impressionante a perfeição de tudo. O que utilizaram? Só a força humana? Se sim, podemos imaginar que podemos muito mais e nos limitamos com o avanço da técnica.

  

Chegamos cedo à área das Pirâmides porque tínhamos que garantir os bilhetes para entrar naquele dia. Parece que existe uma entrada limitada a cada dia. Enfrentamos uma pequena fila e, à entrada da pirâmide, tivemos que deixar os equipamentos fotográficos. Depois, começamos a subir por uma rampa de madeira, com pedaços de madeiras fixadas, o que facilitava a firmeza de nossos passos. Subimos e subimos... Nossos corpos tinham que ficar inclinados porque o túnel era baixo. Rafael embalou na subida e eu tive que seguí-lo. Não sabia o que encontraríamos lá no alto.

As pessoas paravam para descansar um pouco. Mas, eu e Rafael subimos rapidamente. Lá em cima, as salas das oferendas e dos tesouros antecediam a sala onde ficava o sarcófago do Faraó. Não existe mais nada. Todos os ambientes estão vazios, cinzentos, escuros e úmidos. Todos os ambiente tem forma quase quadrada e o teto acompanha a inclinação externa da pirâmide.

  

Não sou religiosa, mas permito-me acreditar que aquele lugar é sagrado ou mágico. Que está cheio de energias. Senti uma sensação muito boa. Parar um instante, olhar e nada mais. Talvez seja a crença advinda na esperança que quero ter nos homens, ou na história ou, mesmo, em mim.

Depois de tudo, o descanso e o instante de deglutir o que vimos e arrumar as emoções que sentimos. No dia seguinte, sentia no meu corpo, principalmente nas pernas, a dor do esforço físico que fizera.



Escrito por Giovana Paiva às 10h28
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PENSANDO ALTO

ESCOLHAS (2001 – Reescrito em 2006)

 

Estou sozinha para pensar. Mas será que é tão necessário compartilhar pensamentos com outros? Não sei. Mas, tenho meus amparos para me ajudar na construção que tenho empreendido.

Por exemplo, uma intrigante descoberta: existe uma distância entre o que se pratica e o que se fala. Óbvio???!!!

Mas, eu pensava o contrário. Eu pensava que, em geral, as pessoas faziam o que falavam.

Será que sempre foi assim e eu nunca percebi? Não falar de si mesmo, não ter disponibilidade para rever o que pensa, não ter coragem de mudar? Viver sob o julgo de verdades absolutas e inquestionáveis?

Uma coisa é querer falar, se esforçar para isso; outra coisa é não conseguir falar o que sente.

O que isso significa?

Na verdade, palavras não foram feitas para dizer tudo e nem para clarear o obscuro. Elas sempre deixam faltando alguma coisa para ser dita e, às vezes, complicam o que se queria dizer.

Omitir o feito e o sentido com palavras nem sempre é uma atitude intencional ou consciente. Acho que pode ser uma resposta inconsciente ou mesmo uma maneira de sobreviver às próprias dificuldades. Isso se considerarmos que algumas pessoas não conseguem ser e fazer diferente do que sempre fizeram.

Por isso, as pessoas precisam ser melhor compreendidas.

Tenho exercitado muito o meu direito de falar e tenho me esforçado para dizer o que sinto para mim e para as pessoas que gosto. Tenho conseguido alguns avanços, mas são muito pequenos.

É muito difícil expressar-se, natural e espontaneamente. Deixar-se agir com emotividade e afetividade, mostrar-se frágil  e de forma escancarada e sem dissimulações. É muito difícil agir, mesmo ingenuamente, com a convicção de que as escolhas estão sob sua responsabilidade.

Mas, é incrível como é bom ouvir e sentir as respostas e as conseqüências dessa decisão.

É incrível como me sinto mais eu e mais leve...



Escrito por Giovana Paiva às 06h39
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EGITO

EDIFICIOS FAMILIARES

A religião mulçumana é a primeira no país. Imagino que 90% da população do Egito seja mulçulmana. Lá, eles costumam dar uma parte do que ganham para quem precisa e, segundo o nosso guia, eles não conhecem a pobreza e a insegurança urbana porque não existe pobres e muito menos necessidade de roubar. Aliás, se alguém roubar pode ser "castigado". As primeiras pessoas que um mulçumano deve ajudar são seus parentes e as pessoas mais próximas de sua vida cotidiana. Se não tiver ninguém próximo necessitando de ajuda, deve procurar uma instituição e fazer a entrega do dinheiro que não é seu. Por isso, ninguém passa necessidades e todos tem o que comer, vestir e onde viver.

Contraditoriamente vimos a Cidade dos Mortos, uma adolescente com uma criança recém-nascida numa rua como se estivesse pedindo esmolas, a cidade de Assuan que pareceu toda muito pobre e muita periferia na imensa cidade do Cairo. Aparentemente, situações muito parecidas com o nosso subdesenvolvimento. Mas, enfim, não vimos nada de muito perto e nem conseguimos saber de nada além do que o nosso guia nos disse.

Toda essa introdução, na verdade, era para falar dos EDIFÍCIOS FAMILIARES. Percebemos que existiam muitos edifícios inacabados, como se toda a periferia das cidades, por onde passamos, estivesse em construção. 

A razão é que um edifício nunca é acabado porque os pais mulçumanos tem obrigação de cuidar dos filhos até o casamento. Até casarem, eles moram com os pais e não importa se estão trabalhando ou não. Quando estão se preparando para casar, os pais precisam ajudá-los a construir sua casa (se for homem) ou mesmo construir uma casa para que seja dada como parte do dote do casamento (se for mulher). A solução adotada tem sido construir sobre suas próprias casas. As casas são construídas, desde o início, para suportar o número de andares equivalente ao número de filhos que a família possua. Fiquei pensando: quem calcula isso? Como podem dimensionar as fundações de todos aqueles edifícios para suportar a carga de tantos andares? Perguntas sem respostas...

   

  

As quatro primeiras fotos são da periferia da Cidade do Cairo, com os seus quase 20 milhões de habitantes e a de baixo é de Assuan, pequena cidade ao sul do Egito.



Escrito por Giovana Paiva às 04h50
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EGITO

A CIDADE DOS MORTOS

Eu não tinha idéia do quão distinta é a relação que os egípcios têm com a morte. Historicamente, vemos que quase todos os edifícios ou monumentos que perduraram até os dias atuais se relacionam com a morte, com o culto aos mortos e com o sagrado. As tumbas, as pirâmides e os templos. Para mim, no entanto, isso era coisa do passado. Qual não foi minha surpresa quando vimos, na cidade do Cairo, um bairro que é chamado "Cidade dos Mortos".

É um bairro inteiro de túmulos. Mas, não são túmulos como conhecemos. São casas construídas para que famílias pobres morem e façam companhia ou cuidem dos mortos.

  

  

A estrutura do bairro é como outro qualquer, com ruas, quarteirões e lotes, praças e comércio.

Quando passamos pela primeira vez na Cidade dos Mortos era de noite e vimos crianças brincando e jogando bola nas ruas, pessoas sentadas em cadeiras nas calçadas ou no interior das casas, assistindo televisão. Pareciam ter uma vida doméstica normal e acho que têm. Mas, não consigo entender como as têm. Como podem viver uma vida "normal" quando um dos quartos de suas casas mora um morto?

  

Também existe diferenciação social. A Cidade dos Mortos dos ricos e dos pobres.

  

Ainda vimos uma feira-livre, comprovando que ali tem vida de uma cidade de vivos.

  



Escrito por Giovana Paiva às 10h17
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EGITO

OBELISCO INACABADO

Visita feita no primeiro dia de viagem, em Assuan. Sob o sol do meio-dia, com temperatura superior a 40 graus. Quase insuportável!!! Esse é um dos poucos exemplares que podemos visualizar a técnica construtiva dos egípcios. Parece, inicialmente, que estamos numa pedreira abandonada. Na verdade, eles escolhiam o local que tivesse um bloco inteiriço de alguma rocha, para que pudessem esculpir e trabalhar na construção do que pretendiam, nesse caso era um obelisco.

  

  

Nesse caso, o obelisco pode ter sido abandonado porque a rocha rachou e o seu transporte não seria mais possível. Essa é uma das explicações que os arqueólogos dão para o fato de ter sido encontrado de forma inacabada. Quando estivesse concluído, provavelmente, seria transportado por um sistemas de rodas e, posteriormente, içado em algum local, onde ficaria de pé.

Nossos companheiros de viagem, queimando-se sob o sol. E, na última foto, o obelisco visualizado em toda sua extensão.

  

Rafael ficou na parte de baixo, antes da escalada na rocha, sentado em baixo dos galhos de uma pequena árvore, acompanhando o nosso guia. Este último, durante toda a viagem, fazia as explicações sempre embaixo de alguma sombra, depois se recolhia e nos deixava ver os pontos visitados. Observamos que diversos guias acompanhavam seus grupos e explicavam em frente aos lugares que mereciam destaque.



Escrito por Giovana Paiva às 07h59
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RAFAEL

MUITAS EXPERIÊNCIAS NOVAS

Na "Noite Cairota", que nos ofereceram por 35 euros, além dos diversos "programas de índio" que nos surpreenderam, o restaurante/Casa de show disponibilizou vários animais para animar as crianças. Como nesse dia só tinha Rafael, imaginem como ficou a minha bolsa de moedas. VAZIA!!!

Andou de Camelo, Cavalo e ponei. Adorou!!! Depois do serviço prestado, fez amizade com as crianças e ficou lá no pátio do restaurante, ajudando-os a tomar conta dos animais, alimentando-os na boca e segurando nas rédeas para que se movimentassem.

  

  



Escrito por Giovana Paiva às 06h50
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EGITO

SEGURANÇA

A todo instante, no Egito, tinha a sensação de estar sendo vigiada. Inicialmente no Aeroporto de Assuan, que estava vazio, que não parecia um aeroporto comum, onde estavam muitos policiais escondidos ou à espreita de alguma surpresa. Depois no barco, onde sempre éramos observados por dois policiais postados à saída. Estavam sempre de branco e em todos os lugares que íamos. Todo o período em que estivemos no Egito, ficamos com a dúvida se estavam nos protegendo ou se protegendo.

Essa foto foi tirada do deck superior, sem que o mesmo percebesse. O policial estava na parte anterior do barco.

No mercado livre, na rua ou nos pontos turísticos mais distantes. Essa foto foi tirada em Dashur. O carro Mercedes branco era de uns turistas ricos, que foram ao local com guia e motorista particular.

 

Ou o policiamento feito na área das pirâmides de Gizeh, no Cairo.

Em outro munumento e o nosso ônibus parado em uma rua, enquanto almoçávamos em um restaurante da cidade do Cairo. Confesso que ver tantas metralhadoras foi uma das sensações mais estranhas que tive durante a minha estadia no Egito.

 



Escrito por Giovana Paiva às 06h43
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RAFAEL

DOIS AMORES (DE NATAL) EM BARCELONA

NO INÍCIO, no final do ano de 2005, A LINDA LUCIANA:

Numa pizzaria, em casa assistindo TV e no passeio ao Cosmo Caixa (com Zonner, o rival)

   

E, AGORA, A RADIANTE CYNTHIA (ele a chamava de "a mulher da beleza"):

  

No alto da cúpula da Catedral de São Pedro (Vaticano), na Fonte de Trevi (no instante do pedido) e no meio da praça da Catedral de São Pedro

O mais interessante é que as viu partir, de volta para Natal, sem grandes conflitos. Um pequena angústia manifesta inicialmente, depois nada mais (Aí, que inveja!!!). Agora, abaixo, a mãe, orgulhosa e querendo se dar bem com as noras.

  

Com a esperança de que o pedido à Fonte de Trevi se realize e com desejo de abraçar o mundo, diante da Pirâmide de Keops.



Escrito por Giovana Paiva às 12h50
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BLOG

UMA VOLTA APERRIADA PELO TEMPO

 

Depois da “over-dose” de viagem no mês de julho, entrei numa contagem regressiva para voltar e isso está mexendo com o meu “juízo”. Ainda tenho muita coisa para fazer por aqui e, por isso, vou dedicar todo o meu tempo para os meus afazeres profissionais.

Grande parte do que escrevi aqui neste Blog, já estava escrito. Eram escritos pessoais sobre o que via e vivia e que achava importante registrar. Esses precisavam apenas de adequações, retoques e maquiagens. Nada mais, o que demandava muito pouco tempo. Eu o fazia todos os dias antes de dormir. Agora, a partir do Egito, tudo precisa de um tempo e eu não o tenho para dar. Se antes o pouco tempo que dedicava era precioso, agora, não tem preço.

Por isso, vou procurar ser sucinta e me deterei mais em fotos e pequenos comentários.



Escrito por Giovana Paiva às 13h02
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EGITO

AS PIRÂMIDES – GIZEH

 

Sempre tenho a sensação de que tenho sido repetitiva ao me referir a emoção que senti. Mas, estar diante das Piâmides de Gizeh... não existem palavras para descrever. A visita à Pirâmide de Kefrén (a do meio) já estava incluída no pacote de viagem que compramos, mas não o fizemos. Todas as pessoas do grupo queriam visitar a de Keops, a maior, e, para isso, pagamos 100 libras egípcias (dividido por 7, terão o valor em euros). Foi maravilhoso,

  

A PANORÂMICA DO CONJUNTO DAS PIRÂMIDES E RAFAEL SUBINDO A PIRÂMIDE DE KEOPS

  

MARLÚCIA E CYNTHIA SUBINDO A PIRÂMIDE DE KEOPS

Entramos e subimos por um corredor inclinado e muito estreito. Depois de alguns minutos, chegamos à câmara mortuária. Incrível!!!

Depois, fomos a um lugar alto, de onde pudemos ver as 3 pirâmides. E, em seguida, fomos visitar à Esfinge.

  



Escrito por Giovana Paiva às 13h01
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AVISO!!!

OUTRA PAUSA FORÇADA.

Vou à Roma e Florença hoje à tarde e volto sábado. Até lá!



Escrito por Giovana Paiva às 06h21
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EGITO

TEMPLOS

EDFÚ – KARNAK – LUXOR

 

Por enquanto, ainda continuo consultando os livros para escrever (porque minha sabedoria não chega a tanto) e evitando manifestar minhas impressões e sensações porque a quantidade de informação é muito grande e não sobra espaço.  Só quero fazer um comentário sobre o Templo de Karnak. Foi um dos lugares mais impressionantes que vi. Talvez tenha sido influenciada por Abujanra (que escolheu o seu nome para sua banda), mas me senti impactada com o que vi.

Aqui farei um relato suscinto apenas para informar e fixar minha memória.

Primeiro fomos ao Templo de Edfú. Saímos do barco bem cedo e, lá fora, várias carroças estavam nos esperando para fazer o percurso. Essas foram contratadas pela agência de viagem. Andamos uns 20 minutos e chegamos ao templo mais conservado de todo o Egito. Foi construído por Ptolomeu III, em 327 a. C., e foi consagrado ao Deus Horus. Na fachada um maciço de Pilões, com dois falcões de granito negro colocado nos dois lados da porta (resta apenas um), seguindo a sala de colunas, a sala hipóstila, as salas de oferendas, o vestíbulo e o santuário. As paredes contam a história de Horus, seu nascimento, as adorações, as cerimônias, os assassinatos, as lendas.

  

  

     

Mais ao norte, ao longo do Rio Nilo, existiu a cidade de Tebas, capital do Império Egito. Região desenvolvida, centro cultural e político, que entrou em decadência no ano de 672 a.C. Sobre suas ruínas formaram-se, posteriormente, as aldeias de Luxor e Kanak, separadas por um pequeno canal.

Em Luxor, o único indício do seu esplendor é o templo. Quase totalmente construído por Amenofis III, ampliado por Tutmosis III e concluído por Ramsés II. Segue a mesma estrutura: dois pilões na fachada, seguido de pátio com colunas e santuário. Foi construído na direção de Kanak, possui colossos, obeliscos e muitas inscrições que contam histórias das cerimônias religiosas e do faraó. Suas paredes foram decoradas por Tutankhamón e Horemheb.

  

  

SE TUDO DER CERTO, CYNTHIA SERÁ MINHA ATUAL FUTURA NORA. A PAIXÃO DE RAFAEL ESTÁ GRANDE.

DE MINHA PARTE, ESTOU ACHANDO ÓTIMO, POIS ELA É LINDA E MARAVILHOSA (Hahaha!!!)

  



Escrito por Giovana Paiva às 06h14
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E o imenso e monumental Templo de Karnak. Encontra-se a 3 quilômetro do Templo de Luxor e possui três áreas bem diferenciadas. A parte central, com 30 hectares, que foi destinada a Amon, está circundada de muros e possui 8 entradas. A sua esquerda está o recinto de Mont e à direita, o menor, com 2 hectares e meia, o recinto de Mut. Sua grandeza está na avenida flanqueada por esfinges de carneiro, estátuas de 15 metros de altura, pátio com 134 colunas (com 23 metros de altura e 15 metros de circunferência), lago artificial e obeliscos gigantes.

  

     

  

       

  



Escrito por Giovana Paiva às 06h06
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